Campos vai sediar a VII Olimpíadas Estaduais da Apae em 2018

A expectativa é reunir cerca de 1 mil atletas em diversas modalidades

A cidade de Campos vai sediar este ano a VII Olimpíadas Estaduais da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). A expectativa é reunir cerca de 1 mil atletas com deficiência intelectual no município, para as competições esportivas como natação, futsal, capoeira, tênis de mesa, basquete, ginástica rítmica, handebol e, atletismo. O objetivo é estimular a ação participativa e integrada dos atletas, profissionais, dirigentes e familiares para a inclusão social por meio da prática esportiva. A expectativa é que o evento aconteça entre os meses de junho e agosto.

Na quinta-feira (1), o presidente da Fundação Municipal de Esportes (FME) e um dos Embaixadores das Olimpíadas Especiais Brasil, Raphael Thuin, recebeu o presidente da Federação Estadual das Apaes, Hélio Torres, e a diretora Ana Mantuano, para definir detalhes para a sediar o evento em Campos, que conta com total apoio do prefeito Rafael Diniz.

— As atividades esportivas vão acontecer em uma das Vilas Esportivas do município. A comissão vai escolher exatamente o local na próxima visita. A Apae existe em 64 municípios do Estado do Rio de Janeiro e atende cerca de 30 mil pessoas. As equipes técnicas vão selecionar os melhores atletas de cada instituição, que vão integrar as Olimpíadas Estaduais da Apaes e os campeões estão classificados para o Campeonato Brasileiro das Apaes, que está previsto para acontecer no próximo mês de novembro, em Canoas, Rio Grande do Sul — explicou Hélio Torres.

As Olimpíadas acontecem de três em três anos. Nas duas últimas Olimpíadas com o apoio do Embaixador das Olimpíadas Especiais Brasil e também padrinho da Federação das Apaes, Raphel Thuin, aconteceram em 2012, na Escola Naval e a última foi realizada no município Rio das Ostras, em 2015.

— Eu tenho um carinho muito especial por essas crianças, que precisam de apoio e realizar esse trabalho só me honra muito. Acredito que o esporte é uma ferramenta de inclusão social e, ao longo desse trabalho que já desenvolvo há mais de 15 anos, tenho comprovado o avanço que a atividade esportiva traz para os alunos e também para seus familiares. Podemos, mais uma vez, confirmar no projeto do Paraesporte que foi implantando em abril passado com o apoio do prefeito Rafael Diniz, na Fundação e que hoje atende cerca de 900 pessoas, que participam das atividades esportivas e de competições regionais, estaduais e nacionais — destacou Thuin.

Fonte: PMCG